O atacante Luiz Phellype foi oficialmente apresentado pelo CRB nesta segunda-feira de Carnaval, após ser anunciado no último dia das contratações para o Campeonato Alagoano. Logo de início, ele foi questionado sobre a possibilidade de estrear no clássico contra o CSA, marcado para a próxima quarta-feira.
Preparação e Expectativas
“Bom, eu já estou treinando com o grupo e as condições ainda vão ser discutidas com a comissão técnica para decidir se estarei apto a participar do jogo ou não. Eles vão determinar o que é melhor,” respondeu ele, acrescentando: “Enquanto isso, continuarei treinando e dando o meu melhor. Se não for para quarta, que seja para sábado. E se não for para sábado, que seja para algum outro dia.”
Conscientização sobre Pressão da Torcida
Ao ser indagado sobre a pressão que a torcida exerce em busca de um goleador, Luiz Phellype afirmou: “Eu estou ciente da cobrança, pois já me informaram sobre isso antes de eu vir para cá. Tive conversas com o presidente e o diretor, que me explicaram a situação do clube e o que esperam de mim, e espero corresponder a estas expectativas. Vou dar o meu melhor para garantir que a contratação seja uma decisão acertada e que possamos ter sucesso.”
Ele também compartilhou um pouco sobre suas habilidades como centroavante: “Eu sou atacante e minha principal característica é a finalização. Acredito que dentro da área, ou até um pouco fora, consigo achar meus espaços e finalizar com eficiência,” explicou Phellype, afirmando que vai se adaptar ao estilo de jogo de Eduardo Barroca e ao futebol brasileiro.
Ele complementou: “Vou me ajustar ao que o treinador vai solicitar. Não estou totalmente familiarizado com o futebol brasileiro, mas creio que essa adaptação é parte do processo e tentarei alinhar meu estilo de jogo com o que o treinador precisa.”
Phellype ainda comentou o que o motivou a aceitar a proposta do CRB e retornar ao Brasil após mais de 20 anos jogando no exterior: “O que realmente pesou foi a minha própria vontade, pois praticamente nunca joguei profissionalmente aqui. Sentia que precisava fazer isso. Já estava pensando em voltar há algum tempo, e desta vez o CRB me abriu as portas, então estou muito feliz em aceitar o convite.”